A maternidade é uma das coisas mais belas do universo. Estado sublime da natureza. Não é apenas questão de ter um filho ou de colocar outro ser ao mundo. É ser mãe. É se dar em prol de outra vida. É afeto. É carinho. É amor. Não um amor qualquer, nem do tipo corriqueiro, usual e momentâneo como o que se sente por um amigo, parente ou conhecido. É um amor incondicional. Em que você esquece de si mesmo por dar prioridade a outra pessoa. Daquele amor que faz alguém dar a própria vida em prol de outro ser humano.
Digo isso por profunda admiração que tenho por tais mulheres. Pois vontade de engravidar mesmo não tenho nem um pouco. Mas tenho uma vontade imensa de adotar uma criança, Para mim é um ato de solidariedade. Muitos me julgam por isso. "Deus me livre cuidar do filho dos outros"; muitos falam. "Criar os da gente já é complicado, imagine os de outras pessoas", outros dizem. Não me importo com tais opiniões. Vejo esse assunto sob outra perspectiva. As crianças e adolescentes que estão nos orfanatos precisam de amor, carinho, atenção, cuidados... enfim, de um lar. E se alguém deseja e tem condições para isso, por que não fazer?
domingo, 20 de março de 2016
Era da sensibilidade excessiva
Estamos vivendo numa época em que ter opinião própria virou preconceito.
Ser uma pessoa de personalidade se transformou em discriminação.
Se posicionar de determinado assunto é sinônimo de ofensa alheia.
Está complicado viver assim!
O mundo está muito chato mesmo!!!
A grande maioria das pessoas não expõe os seus pontos de vistas com medo de represálias, em vez disso preferem aderir ao movimento do politicamente correto. Dizem somente palavras bonitas, suaves e o que todos querem ouvir.
Tudo isso a fim de conseguir aplausos de uma sociedade fria, insensível e hipócrita.
Esse empenho de querer agradar a todos acima de qualquer condição é doentio, chega a ser venenoso de tão prejudicial que é. Os efeitos são extremamente danosos.
Redes sociais são simplesmente uma vitrine de divulgação de ódio e intolerância.
Sinceramente, essa situação é um verdadeiro tédio. É muito melhor ser transparente nas próprias ideias, expor com clareza suas opiniões, crenças e vontades com total respeito e consideração com o outro. E lógico: de forma equilibrada.
Não é necessário falar o tempo todo o que pensa e o que se sente, mas é preciso fazê-lo com honestidade franqueza.
Aí está o verdadeiro equilíbrio.
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